quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Colaboração do Leitor


Ricardo Froes disse...
Por falar em Rosegate, Laguardia, veja essa:

Segundo a inteligência militar Rosemary é contrabandista de diamantes
Inteligência militar revela que Rose era a “mulher invisível” que negociava diamantes africanos na Europa
Por Jorge Serrão

O Rosegate revela mais duas bombas. Não existem registros nos anais da FAB de viagens internacionais feitas por Rosemary Novoa Noronha nos aviões da Presidência da República, embora a ex-chefe do gabinete paulista de Dilma tenha viajado 24 vezes ao exterior com o amigo e chefe Lula. Por tal informação, passada reservadamente pela inteligência das Forças Armadas ao Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, a “Doutora Rose” seria a “mulher invisível” que trabalhava para Lula.

Outro bomba. Rosemary utilizava um passaporte exclusivo de membros do primeiro escalão governamental para viagens de negócio ao exterior que fazia sem a presença do amigo Lula. Serviços de inteligência das Forças Armadas receberam informes de que Rose participaria de negócios com diamantes em pelo menos cinco países: Bélgica, Holanda, França, Inglaterra e Alemanha. As pedras preciosas seriam originárias de negócios ocultos feitos pela cúpula petralha na África, principalmente Angola. Tal informação também foi passada à PGR pelos militares.

Foram detectadas dezenas de viagens não-oficiais de Rosemary ao exterior, para "passeios de negócios". O passaporte especial a denunciou. Foram 23 para a França. Para Suíça, ocorreram 18, por via terrestre, partindo de Paris, e mais quatro por via aérea. Rose também fez 12 deslocamentos de avião para a Inglaterra. Outras sete viagens para o Caribe e os Estados Unidos, aconteceram de navio – de acordo com a inteligência militar brasileira.

Tais informações sigilosas sobre o Rosegate não aparecem nas 600 páginas do inquérito da Operação Porto Seguro. Militares também estão checando o informe, que circula pela internet, de que, numa viagem de Lula a Portugal, Doutora Rose teria levado, na mala diplomática, 25 milhões de Euros. O valor, que teria sido declarado à receita portuguesa, seguiu em carro forte para depósito na agência central do Banco Espírito Santo, na cidade do Porto.

Como os documentos sobre tal operação estariam arquivados na Aduana do aeroporto internacional Francisco de Sá Carneiro, a petralhada morre de medo que se confirme o informe do e-mail denúncia – segundo o qual Rose mandou fazer o depósito tendo Luiz Inácio Lula da Silva como o possível beneficiário de um seguro que fora feito para evitar “algum sinistro” com tanto dinheiro.

Diante de novas denúncias que surgem com o Rosegate, o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, se prepara para pedir, a qualquer momento, a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Luiz Inácio Lula da Silva & Família. A solicitação é um desdobramento do julgamento do Mensalão e servirá para alimentar de informações o Processo Investigatório 2.474. Correndo em segredo de Justiça no Supremo Tribunal Federal, desde 2007, com 77 volumes de fatos concretos, o trabalho investiga as relações de negócios entre o PT, o Banco BMG, e o mito Lula.

Gurgel quer saber como e onde Lula aplica os recursos que recebe nas palestras que vem dando no Brasil e no exterior. O Instituto Lula também pode ser alvo do Procurador, para saber quem são as pessoas físicas e jurídicas que andam financiando as atividades políticas de Lula. A maior preocupação do ex-presidente é com a Polícia e a Receita Federal. Lula foi informado de que servidores fora do controle do Governo – mas agindo dentro da lei e do dever de ofício – teriam informações comprometedoras sobre ele e seus filhos.

Se tudo vier à tona, o processo do Mensalão vai parecer roubo de galinha no quintal do vizinho mais próximo...


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O cúmplice de Rose, por Ricardo Noblat


Blog do Noblat

Lula deixou a presidência da República com uma ideia fixa - ou melhor: duas ideias.
A primeira: continuar mandando à distância por meio de Dilma. No que lhe interessa de verdade não pode se queixar. Manda. Outro dia até inventou uma CPI e Dilma só ficou sabendo ao retornar de uma viagem ao exterior.
A segunda ideia: por mais que negue, suceder Dilma a partir de 2014. Dona Marisa estava de acordo.
O câncer na laringe subtraiu-lhe parte da energia. Nem por isso abdicou do sonho do terceiro mandato. Recupera-se satisfatoriamente. E, salvo um imprevisto médico, estaria pronto para ir à luta.
Ocorre que duas gigantescas jamantas o atropelaram de agosto para cá: o julgamento do mensalão e o Rosegate.
Está lá, pois, o corpo de Lula estendido no chão. E é improvável que se levante antes de 2014. Depois será muito tarde.
Diz o PT, amparado por marqueteiros e analistas de pesquisas eleitorais: o julgamento do mensalão em pouco influenciou as eleições municipais de outubro último. O efeito dele foi quase nulo até mesmo em São Paulo, onde PT e PSDB travaram uma dura batalha.
De fato, eleição municipal é um fenômeno localizado. O eleitor está à procura de quem possa melhor administrar a sua cidade. Nada mais importa.
Eleição para deputado, senador, governador e presidente da República, não. Com frequência os interesses nacionais contaminam os locais.
Exemplo? Manaus.
Ali, em 2006, Lula colheu mais de 80% dos votos. Quatro anos depois, Manaus garantiu a Dilma uma votação estupenda. Lula foi lá este ano e pediu para que derrotassem Arthur Virgílio (PSDB), candidato a prefeito e seu desafeto.
Arthur se elegeu com folga.
Se a Justiça pusesse amanhã um ponto final no caso do mensalão e se o Rosegate acabasse apagado, por milagre, dos anais da política brasileira e da memória coletiva, nem por isso aumentariam as chances de Lula engatar a marcha da volta triunfal à presidência daqui a dois anos.
Imagine Lula, candidato, tendo que explicar a cada momento por que alguns dos seus ex-auxiliares de maior confiança estão presos.
Sim, porque os réus do PT no processo do mensalão só deverão ir para a cadeia no segundo semestre do próximo ano. E na cadeia ainda estarão quando a campanha presidencial do ano seguinte começar a pegar fogo.
Quer um cenário ainda pior para Lula, aspirante à vaga de Dilma?
E se em breve ele e outros suspeitos forem indiciados em um novo inquérito do mensalão? Isso não é só possível. É provável. A conferir.
O mensalão é um assunto árido para parcela expressiva dos brasileiros. E como envolve políticos, grana e desonestidade, não chama tanto a atenção. Estamos acostumados. Todo político é ladrão.
O Rosegate tem um ingrediente que o torna popular: lençóis e traições. É fácil de ser explicado: Lula cedeu à tentação e empregou no governo pessoas indicadas pela moça que se dizia sua namorada. Empregou, pelo menos, contra a opinião de dois dos seus ministros: o do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o da Defesa, Nelson Jobim.
Alojados em cargos estratégicos de agências reguladoras, tais pessoas formaram uma quadrilha para traficar influência e fraudar pareceres técnicos de órgãos federais.
A Polícia Federal descobriu o malfeito e indiciou-as por corrupção. A moça, também.
Sob a ótica religiosa, Lula é a versão atualizada de São Sebastião, picotado por flechas.
Sob a ótica profana, é o Tufão de um país chamado Avenida Brasil.
Esse foi o lance inaugural da eleição de 2012. O difícil é acreditar que ele tenha surpreendido Dilma.
Na melhor das hipóteses, Rose fez Lula de bobo. Na pior, de cúmplice.
Levando-se em conta seu prontuário, Lula ficou com mais pinta de “o cúmplice” do que de “o bobo de Rose”.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Frases famosas do Apedeuta

"A grande maioria das nossas importações vem de fora do país". (Luiz Inácio Lula da Silva).

Eu gostaria de saber quais a importações vem de dentro do país.

"Eu gostaria de ter estudado latim, assim eu poderia me comunicar melhor com o povo da Amérca Latina" (Luiz Inácio Lula da Silva).

Sem comentários. Aprender latim para falar com o povo da América Latina...... Que tal aprender brasilianes para falar com os brasileiros?

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Demagogia e Corrupção os males do governo Nazi-Petralha

A Visão do Leitor


Anônimo Anônimo disse...
OK, então o país era melhor antes, devemos devolver o país aos militares, aliás esses também usavam a democracia como desculpa para instaurar uma ditadura. ou então vamos devolver o país ao Collor ou ao Fernando Henrique o mais democrático dos presidente que inclusive comprou a reeleição. Acho inclusive que é um absurdo a população brasileira escolher o presidente e uma presidenta da república que tenha uma política pública voltada para eles mesmos. como pode, que democracia é essa? você tem razão um Brasil Livre e democrático em que o povo não vote!
Sim, em muitos aspectos o Brasil era melhor antes. Vejamos:
Educação pública - a qualidade da educação pública era infinitamente melhor do que agora. Aqui em Belo Horizonte colégios como o Estadual, onde Dilma Rousseff estudou, era modelo em qualidade de educação. Estudar no Colégio Estadual era certeza de se entrar na universidade. Não havia necessidade de cotas para alunos egressos de escolas públicas.
O Colégio Pandiá Calógeras era outro exemplo de colégio público referência em qualidade de educação, assim como o Instituto de Educação, o Colégio Universitário e tantos outras escolas públicas.
Segurança Pública - Não se tinha medo de sair às ruas a qualquer hora do dia ou da noite. Não havia a violência de hoje com bandos de criminosos colocando fogo em ônibus.
Como disse Charels Tang, presidente da Câmara Brasil-China: "Diferentemente do que acontece no Brasil, na China não é necessário viver cercado por grades ou dirigir carros blindados". 
Há algumas décadas atrás também não precisávamos viver cercados por grades ou dirigir carros blindados. Não havia os assaltos de saidinha de banco e os sequestros só eram praticados pelos que hoje estão no governo contra diplomatas estrangeiros.
Quem democratizou a habitação no Brasil? Quem criou o Sistema Financeiro da Habitação? Quem criou a Previdência Social para todos os brasileiros? Quem criou o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço?
Durante quais governos foram feitos grandes investimentos na infra-estrutura brasileira como a construção de estradas, portos, grandes usinas de geração de eletricidade como Itaipu, que proporcionou o crescimento industrial brasileiro?
Vê-se que o anônimo não tem a mínima ideia sobre a história recente do Brasil, mas pudera com o sucateamento da escola pública brasileira, o que esperar?
E agora a opinião de outro leitor:
Anônimo disse...
Anônimo das 20:08
Se o teu medo é de que o povo não vote mais nestas peças raras que temos atualmente no poder, não te preocupe... enquanto existir o Bolsa Voto, digo família, e onde na maioria dos locais do Nordeste brasileiro tiverem mais de 80% da população recebendo este "benefício", não há temor de que os corruPTos continuem no poder.



Falou em corrupção falou em Luiz Inácio Lula da Silva


Indiciada pela Polícia Federal por envolvimento em um esquema de tráfico de influência e venda de pareceres técnicos no governo federal, a ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo Rosemary Nóvoa de Noronha, a Rose, era presença constante nas comitivas presidenciais durante os dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para se ter uma ideia, ela conheceu, ao lado de Lula, 24 países entre os anos de 2003 e 2010. É o que mostra levantamento da ONG Contas Abertas divulgado nesta terça-feira. A partir de 2011, ano em que Dilma Rousseff assumiu a Presidência, Rose fez apenas uma viagem com as despesas pegas pela União: a Brasília, em setembro deste ano. Fonte: Veja.

É impressionante os esquemas de corrupção que giram em torno de Luiz Inácio Lula da Silva. Os ministros por ele indicatos para o governo Dilma foram afastados por corrupção. 

Todo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva foi marcado por escândalos de corrupção e procedimentos anti-éticos. Lula é o verdadeiro mentor de todos estes escândalos e o chefe do governo mais corrupto de toda a história do Brasil.

Infelizmente, por covardia da oposição e do Procurador Geral da República, este mafioso Luiz Inácio Lula da Silva não foi indiciado e processado junto com os demais membros de suq quadrilha.

Chega de corrupção. Chega de PT.

Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil!

José Dirceu não se emenda

O delator do esquema de tráfico de influência e comércio de pareceres em órgãos federais desarticulado pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, afirmou que o ex-ministro José Dirceu, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por chefiar a quadrilha do mensalão, teria interesse em processo do Tribunal de Contas da União (TCU) fraudado para favorecer a empresa Tecondi. Em depoimento à PF, o ex-auditor Cyonil da Cunha Borges de Faria Júnior disse que o esquema investigado na Operação Porto Seguro pode envolver mais funcionários do TCU. Fonte: Veja

Mesmo estando sendo processado pelo STF e havendo sido condenado a dez anos de prisão, José Dirceu não se emenda, continua com os esquemas de corrupção e tráfico de influência.

E ainda tem gente que defende que José Dirceu não deveria ser preso. Não adianta só devolver o dinheiro roubado. Além disto é necessário que José Dirceu cumpra um longo período de cadeia para ver se emenda.

Infelizmente José Dirceu não é do tipo que se arrepende.

domingo, 25 de novembro de 2012

Um Gambá cheira o outro


Rosemary Novoa de Noronha ligou para o ex-ministro José Dirceu pedindo ajuda quando a Polícia Federal iniciou a operação de busca e apreensão em seu apartamento, na rua 13 de Maio, na Bela Vista, região central de São Paulo.

Antes de ser nomeada chefe de gabinete da Presidência em São Paulo em 2005, Rose, como é conhecida, trabalhou por quase 12 anos como secretária de Dirceu. Fonte: Folha.com

Como secretária de José Dirceu Rosemary aorendeu o caminho das pedras na arte da corrupção. Ao se ver pressionada pela Policia Federal recorreu ao seu antigo chefe na esperança de que o réu condenado a dez anos e dez meses de reclusão ainda tivesse prestígio para livra-la da cadeia.

O que Rosemary deve fazer agora é negociar com a promotoria a delação premiada e contar tudo o que sabe sobre os crimes praticados do José Dirceu e Luiz Inácio Lula da Silva.

Se a justiça não agir com rigor em relação a estes criminosos não vamos nos livrar nunca da corrupção no Brasil.

Cadeia neles! 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Se não houver punições severas a corrupção vai continuar.

A chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Novoa de Noronha, e o advogado geral da União adjunto, José Weber Holanda Alves, braço direito do advogado geral da União, Luís Inácio Adams, são os dois principais alvos da Operação Porto Seguro da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta sexta-feira, 23, em Brasília e São Paulo. O objetivo é desarticular uma organização criminosa infiltrada na máquina federal para a obtenção de pareceres técnicos fraudulentos em benefício de interesses privados. Fonte: Estadão 

Mais um squema de corrupção no coração do governo envolvendo o gabinete da presidência da república. 

A ideia de Dias Toffoli e de Lewandowski de serem complacentes com a corrupção não ajuda em nada no combate a corrupção como se pode ver da notícia acima. Corruptos, principalmente aqueles que ocupam cargos importantes no governo , têm que ser sériamente punidos para servir de exemplo para os demais servidores.

A população brsileira tem que receber uma mensagem clara do judiciário e das demais autoridades que comportamentos anti-eticos não são aceitáveis.

Se estes criminosos não cumprirem penas privativas de liberdade em prisões comuns como qualquer outro criminoso comum.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Joaquim Barbosa para Presidente do Brasil

Em cerca de quinze minutos de discurso, ele criticou o “tratamento privilegiado”, pelo Poder Judiciário, de réus com maior prestígio político ou poder econômico, e diz que aspira a uma Justiça “célere, efetiva e justa”, “sem firulas, sem floreios, sem rapapés”. Barbosa também disse ser necessário afastar os juízes de influências “nocivas” que possam minar a sua independência, como laços políticos estabelecidos ao longo da carreira. Estadão

Chega de tratamento privilegiado para as elites do poder no Brasil. Joaquim Barbosa tem razão em sua crítica ao tratamento privilegiado que recebem os réus com maior prestígio político ou poder econômico.

Ministros como Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli ainda defendem penas leves ou nenhuma pena para os réus com maior poder político e econômico. Dias Toffoli chegou a defender que estes réus sejam imunes a condenação a privação de liberdade e que sejam apenas condenados ao pagamento de multas.

Os líderes do PT acham que por terem sido eleitos estão acima da lei e da constituição. Os líderes do PT acreditam que José Dirceu, José Genuíno, Delúbio Soares e outros não devem cumprir pena de privação de liberdade. Afinal de contas, segundo o PT, eles são superiores aos demais brasileiros e podem cometer crimes impunemente.

Joaquim Barbosa, garoto pobre de Paracatu, é um orgulho para o Brasil e deveria sem dúvida nenhuma ser eleito Presidente do Brasil!

FHC tem razão - Todos somos iguais perante a lei.

Eu fui presidente da República; e daí? Se eu matar alguém, tenho de ir para a cadeia. Essa igualdade perante a lei é fundamental para uma sociedade decente.Fernando Henrique Cardoso

Como os nazi petralhas não sabem o que é democracia e não têm nenhuma apreço pelo regime democrático, acreditam que seus dirigentes são melhores do que os outros.

Os nazi petralhas se acham acima da lei e da constituição. Acreditam que por terem sido eleitos se tornaram semi deuses sem ter que dar satisfações de seus atos a ninguém.

Depois de roubarem descaradamente do povo brasileiro, desviando dinheiro público que deveria ser aplicado na saúde pública, em educação pública de qualidade e em outros setores essenciais para o povo brasileiros, pregam que não deviam ser condenados, muito menos cumprir pena na prisão como qualquer outro cidadão brasileiro que cometa crimes.

Estes nazi petralhas não sabem o que seja a ética, a moral e a decência.

Nós, o povo brasileiro, temos que criar vergonha na cara e por um basta nesta situação vergonhosa para o Brasil e seu povo honesto e trabalhador.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Para o PT seus dirigentes são mais iguais do que o resto da população.


Advogados preparam recursos para pedir que, na falta de vagas em presídios especiais, condenados tenham regime mais brandos; corte retoma definição de penas de políticos na primeira sessão com Barbosa na presidência. Fonte: Veja

Para o PT os seus dirigentes são mais iguais do que os demais cidadãos brasileiros.

Em dez anos de poder o PT NUNCA se preocupou com a condição dos presídios brasileiros. Agora que seus dirigentes foram condenados a prisão por roubo do dinheiro do povo brasileiro, fazem de tudo para livrar os criminosos nazi petralhas da masmorras medievais, segundo os nazi petralhas.

É ridícula esta argumentação de que os presídios, por estarem cheios, não podem receber a nata dos petralhas, mas que estes devem cumprir suas penas em liberdade. 

Por que não colocar os presos que já estão próximos ao fim de suas penas em liberdade e colocar em seus lugares os nazi petralhas criminosos?

Em que estes bandidos do PT são melhores que os demais presos?

Estes criminosos que tanto mal fizeram ao Brasil tem sim que cumprir pena na cadeia como outro cidadão brasileiro qualquer que cometeu crimes até de menor gravidade.

Chega de impunidade! Chega de discriminação! Cadeia neles!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dias Toffoli defende a impunidade para as elites


Sobre a era medieval (Editorial de O Estado de S. Paulo)

O Estado de S.Paulo
A parte mais sensível do corpo humano é o bolso. Valendo esse "princípio", nos crimes contra o patrimônio público, mais importante do que colocar o meliante na cadeia é "recuperar os valores desviados". Por isso, em vez de mandar para a prisão os condenados no escândalo do mensalão, o STF deveria se preocupar em impor-lhes pesadas multas pecuniárias e a obrigação de devolver aos cofres públicos os valores desviados.
Trata-se de uma visão "contemporânea" do direito penal, em oposição à prática "medieval" de privar da liberdade quem não cometeu nenhum ato de violência física contra terceiros, limitando-se a meter a mão no que não lhe pertence.
É no que acredita o ministro Dias Toffoli, que, depois de, durante três meses e meio, ter-se limitado a dizer "acompanho o revisor" para absolver ou amenizar as penas dos réus da Ação Penal 470 - inclusive de seu antigo chefe José Dirceu e dos demais ligados ao PT -, em sessão plenária da semana passada se propôs a iluminar a mentalidade retrógrada da maioria de seus pares, exortando-os a se darem conta de que "as penas restritivas da liberdade que estão sendo impostas neste processo não têm parâmetros contemporâneos no Judiciário brasileiro".
Numa demonstração de generosa tolerância com o papel desempenhado por seu jovem e até então silente par no processo do mensalão, nenhum ministro se deu ao trabalho de apartear ou aduzir considerações à extravagante manifestação. Mas alguém deveria ter chamado a atenção para o fato de que o vibrante libelo poderia ser interpretado não como um sopro de contemporaneidade, mas como a reafirmação da crença arraigada na mentalidade das "elites" de que "gente importante não vai para a cadeia".
De fato, seria o melhor dos mundos para os corruptos travestidos em homens públicos a definitiva consagração, pela ordem jurídica, do princípio de que, uma vez apanhados com a boca na botija, basta arcar com pesadas multas e o ressarcimento dos desfalques para que a justiça seja feita e eles continuem livres para locupletar-se com negócios escusos. Quanto aos ladrões de galinha, dura lex, sed lex...
A intervenção de Dias Toffoli insere-se num contexto inegavelmente político em que o PT, na tentativa de se eximir de culpa pelo escândalo do mensalão, articula pronunciamentos individuais destinados a transferir para o "sistema" a responsabilidade por todos os males que assolam o País.
Não terá sido mera coincidência o fato de, no momento em que a exacerbação da violência urbana intranquiliza São Paulo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ter usado a mesma expressão utilizada pelo ministro Toffoli - "medieval" - para criticar o sistema penitenciário, por cuja precariedade o governo federal também é responsável, ao lado das administrações estaduais.
Ao proclamar dramaticamente que preferiria morrer a ter que cumprir pena nas prisões brasileiras, Cardozo expôs um quadro certamente realista das condições do aparato prisional em todo o País, mas furtou-se a entrar em detalhes quanto à responsabilidade de seu próprio Ministério que, como revelou o Estado (15/11), investe no problema menos de 1% dos recursos orçamentários previstos para esse fim.
De qualquer modo, o perfil "medieval" de muitas das instituições nacionais que tanto escandaliza Toffoli e Cardozo - pois essa condição não é exclusividade de aspectos do ordenamento jurídico ou da rede penitenciária - não pode ser dissociado do fato de que há quase 10 anos o PT exerce ampla hegemonia política no plano federal.
Esses males têm raízes solidamente fincadas na persistência entre nós de um enorme déficit de consciência política sobre o qual é enorme a responsabilidade de um governo que prefere botar a culpa de todos os males nas "elites", onde hoje tem seus principais aliados.
O lulopetismo prefere trabalhar na sempre desejável proliferação de consumidores - o que dá voto - do que na indispensável formação de verdadeiros cidadãos, o que só é possível com pesados investimentos de longo prazo em educação - e bons exemplos. O mais é, de fato, tudo muito "medieval", como querem os petistas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Em dez anos de governo nazi-petralha o que foi feito até agora para resolver o problema da violênci?

A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou haver uma situação de emergência nos presídios brasileiros e que os maus tratos a detentos gera violência nas ruas. Ela se reuniu nesta segunda-feira, 19, com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para pedir a votação de um projeto que cria um sistema e um mecanismo de prevenção e combate a tortura que teria, entre outras, a função de inspecionar presídios. A proposta pode ser votada na próxima semana. Fonte: Estadão

Depois de dez anos no governo, foi preciso a condenação de líderes do partido do governo a prisão para que o governo passasse a se preocupar com o estado deplorável das prisões brasileiras.

Há dois anos como Ministra dos Direitos Humanos só agora Maria do Rosário vem falar alguma coisa sobre as prisões brasileiras. O que ela esteve fazendo nestes dois anos?

O que tem feito o PT no poder há dez anos?

Inspecionar os presídios não vai resolver nada. O que é preciso é os nossos governantes passarem a investir as verbas públicas de acordo com orçamento em lugar de desviar estas verbas em benefício próprio.

sábado, 17 de novembro de 2012

Penas Privativas de Liberdade devem ser aplicadas a corruptos e criminosos do colarinho branco

Prisões [em caso de crimes de corrupção] talvez façam as pessoas temerem mais do que pagar multas. 

Ophir Cavalcante, presidente da OAB

Como já dito antes, os crimes cometidos por corruptos, sejam eles de que partido for, são um verdadeiro atentado a integridade da população carente.

Com a corrupção temos menos hospitais públicos, a qualidade do ensino público padece sem recursos, o transporte público fica cada vez mais caótico.

Dizer que só devolver o dinheiro roubado é punição suficiente é tentar esconder o sol com a peneira.

A corrupção deveria ser considerada um crime hediondo, severamente punível, não só com a devolução dos recursos roubados, mas com pesadas penas de privação da liberdade.

A punição não é só para procurar corrigir o criminoso, mas deve ser também um instrumento de dissuasão de outros que planejam cometer crimes semelhantes.

Se a moda pega.....


Depois de dez anos de governo nazi petralha, a condição dos presídios é medieval, como afirmaram o Ministro da Justiça e o Ministro sem notável saber jurídico ou reputação ilibada Dias Tóffoli. Da mesma forma a qualidade da educação pública no Brasil é deplorável.

O estado da saúde pública chega a ser um crime. Pessoas morrem nas filas do SUS, grávidas dão a luz no chão nos corredores fétidos de nossos hospitais públicos.

Nossas autoridades enquanto isto desviam para seus próprios bolsos recursos que deveriam estar indo para a saúde, para a educação, para o transporte público, para melhorar as condições de nossos presídios.

Os crimes cometidos pelos mensaleiros são mais graves do que os praticados por outros quadrilheiros pois prejudicam, e muito, um maior número de cidadãos.

E Dias Toffoli ainda tem a cara de pau de dizer que seus comparsas são inofensivos e que não deveriam ser condenados a penas restritivas de liberdade.

Durma-se com um barulho destes!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Paulo Maluf Condenado a Devolver o Dinheiro Roubado


A Corte de Jersey anunciou sua sentença final em relação ao processo do deputado federal e ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) e concluiu que o político desviou pelo menos 22 milhões de dólares dos cofres públicos de São Paulo. A Justiça da ilha também ordenou que o dinheiro, atualmente depositado em contas, em Jersey seja devolvido à prefeitura de São Paulo. Fonte: Veja
Há anos a justiça busca conseguir de volta o dinheiro desviado da prefeitura por Paulo Maluf e transferido ilegalmente para paraísos fiscais..
Finalmente Maluf foi condenado, no exterior, a devolver este dinheiro aos cofres públicos.
Segundo o pensamento do Ministro Dias Tóffli (que não tem notório saber jurídico nem reputação ilibada), devolvido o dinheiro nada mais precisa acontecer a Paulo Maluf.
Seguindo a idéia de Toffoli, Maluf estaria livre para continuar cometendo os seus crimes. Se pego devolve o dinheiro roubado e tudo bem.
Espero que esta idéia torpe não encontre guarida junto aos legisladores brasileiros.

Dez anos de desgoverno nazi petralha


Já ouvi que o pedagógico é colocar pessoas na cadeia. O pedagógico é recuperar valores desviados.

José Antônio Dias Toffoli, Ministro do STF, defendendo penas financeiras ao invés de prisão aos condenados do mensalão

De acordo com a fala do Ministro que não tem notável saber jurídico nem reputação ilibada, os bandidos que andam explodindo caixas de banco, quando presos, deveriam apenas devolver o dinheiro roubado. Já que não cometeram crime de sangue não deveriam ser presos ou cumprir penas restritivas de liberdade.

O mesmo deveria ocorres com Paulo Maluf, e outros criminosos do colarinho branco.

Toffoli chegou a dizer que a diretora do Banco Rural, condenada por corrupção, é uma bailarina e por tanto não é nenhuma ameaça a população.

Dias Toffoli não leva em consideradão que há pessoas morrendo sem assistência médica em nossos hospitais públicos porque as verbas destinada a saúde pública têm sido desviadas por estes criminosos em benefício próprio.

O Ministro que não tem, repito, notável saber jurídico, nem reputação ilibada, um perfeito representante da elite petista que governa o Brasil, não sabe o que se passa no SUS.

Toffoli não sabe que a corrupção por parte de altas autoridades do governo são um atentado a vida e a segurança do povo que sofre.

A intensão de Dias Toffoli é a de livrar seus comparsas de penas de cadeia nas nossas prisões medievais, que em nada mudaram nestes últimos dez anos de governo "humanitário" do PT.

Ministro Dias Toffoli, tenha piedade do povo brasileiro e ajude a tirar das ruas estes criminosos do colarinho branco que tanto mal tem feito ao povo brasileiro.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Senhor Ministro - Qual a responsabilidade do Governo?

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse ontem, em palestra a empresários em São Paulo, que preferia a morte a cumprir pena no País. "Se fosse para cumprir muitos anos em uma prisão nossa, eu preferiria morrer."

Cardozo ressaltou que as condições dos presídios brasileiros causam violações aos direitos humanos. "Quem cometeu crime pequeno sai de lá criminoso maior." E destacou que a reinserção social é a razão fundamental das punições. "Não é porque não tenho um sistema correto que vou penalizar situações definitivas; pena não é castigo, é oportunidade para ser reinserido; é preferível um sistema com penas bem dosadas que funcionem, do que um com penas muito severas." Fonte: Estadão

Senhor Ministro, depois de dez anos no poder, o que o seu governo fez para melhorar as condições nos presídios? O senhor mesmo reconhece que nossos presídios não têm as mínimas condições de dignidade humana, tanto que o senhor prefere morrer a passar uma temporada (merecida) em um de nossos presídios.

O que o senhor tem feito para melhorar esta situação? Ao que parece NADA.

As propostas de seu governo, como sempre são ridículas. Na educação em vez de se melhorar a qualidade do ensino público a proposta é de se estabelecer cotas para que os egressos do ensino público entrem nas universidades mesmo sem atenderem os requisitos mínimos de conhecimento.

No sistema prisional o senhor sugere a redução das penas em vez de tornar o sistema prisional um sistema que atenda a necessidade da sociedade de reinserção do criminoso. Senhor ministro, reinserção significa que o criminoso reconheça que errou, que se arrependa de seus crimes e esteja pronto a se emendar.

Não é isto que se vê dos criminosos de seu partido que não demonstram arrependimento dos crimes cometidos.

Chega de atacar as consequencias com medidas paliativas. Vamos resolver as causas dos problemas sem demagogias e com coragem.   

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ministro Joaquim Barbosa pra Presidente do Brasil


Que a condenação de José Dirceu sirva de exemplo

José Dirceu, o todo poderoso do PT, que manda e desmanda no partido a seu bel prazer, que se acha acima da lei e da ordem foi condenado a dez anos e dez meses de prisão.

Que a condenação de José Dirceu sirva de exemplo para outros, uma vez que até o momento não se viu de sua parte nenhum sinal de arrependimento.

É uma grande pena. A condenação de um criminoso, no meu ponto de vista, tem os seguintes objetvos: 

O primeiro e o principal, levar o criminoso a se corrigir, a se emendar. Para isto é necessário que o mesmo se arrependa dos crimes cometidos.

O segundo é servir de exemplo para outros que pretendam praticar crimes semelhantes. É mostrar a sociedade que o crime não compensa e que não há impunidade para criminosos, mesmo os que fazem parte da elite que governa o país.

O terceiro é o de tirar das ruas elementos que ameaçam a sociedade e a paz social.

José Dirceu deveria aproveitar o tempo de reclusão e refletir sobre a sua vida passada. Ver os erros e os acertos cometidos e como pode se tornar uma boa pessoa daqui para frente.

Para isto é preciso despir-se de toda a arrogância e petulância. É preciso de humildade e de se convencer de que não é melhor do que ninguém e que se Deus nos colocou neste mundo é para servirmos as nossos semelhantes e não nos servirmos deles.

Faço votos que estes anos de prisão, que de acordo com nosso sistema judicial não serão muitos, menos de dois anos, façam com que José Dirceu se emende e se arrependa de seus crimes.

Não é com egos que se constroi uma democracia


Análise de especialista: ‘Surpresa e intransigência’

Diego Werneck Arguelhes, O Globo
Na sessão desta segunda-feira do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa seguiu uma ordem diferente do esperado. Começou a votar os réus do núcleo político, em vez do núcleo financeiro. O ministro Ricardo Lewandowski protestou: ao divergir do caminho que havia sido divulgado pela mídia, Barbosa estaria “surpreendendo a todos”. Essa acusação procede? A surpresa do revisor foi justificada?
O ministro Barbosa não fez nada de errado. O regimento do Supremo diz que o relator deve “ordenar e dirigir” o processo. Foi nesse sentido que se manifestaram, aliás, vários outros ministros.
Defenderam a prerrogativa do Barbosa de organizar a votação das penas na ordem que quiser — e do correspondente dever, dos ministros, de estar com os votos preparados, qualquer que seja essa ordem. É o relator, e não a página de jornal, que deve dar a pauta.
Não há que se falar em surpresa quando um ministro exerce uma prerrogativa prevista no regimento — e, mais ainda, já reconhecida e afirmada por seus pares neste mesmo processo. O ministro Lewandowski sabe disso.
Na primeira sessão do julgamento do mensalão, sem aviso prévio aos colegas ou ao relator, leu um longo voto sobre a questão do desmembramento. O ministro Barbosa protestou, mas foi derrotado: o tribunal defendeu a prerrogativa do revisor.
As duas surpresas, a de agosto e a desta segunda-feira, foram minimizadas pelo plenário do Supremo.
Em agosto, porém, o papel do relator e o do revisor ainda estava em discussão. Não mais. Desde o início da votação, o presidente do STF, Ayres Britto afirmou — e o tribunal aceitou — que, nos termos do regimento, cabe ao relator escolher seu caminho. Na época, Lewandowski foi derrotado. Foi derrotado de novo.
O relator interpretou a postura de Lewandowski como “obstrucionismo” — uma pesada acusação que fez Lewandowski se irritar e sair da sessão.
A crítica de Barbosa foi imediatamente neutralizada pelo presidente Ayres Britto. Mas seria equivocado ver aqui um mero exemplo das tensões que o temperamento do futuro presidente do STF, Joaquim Barbosa, pode gerar.
Na discussão desta segunda, o intransigente foi o futuro vice-presidente Lewandowski.

Diego Werneck Arguelhes é professor da FGV Direito Rio

Transcrito do Blog do Noblat