sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil

Provas indiciárias, experiências de vida e a longa militância política de José Dirceu foram utilizadas nesta quinta-feira para construir votos que comprovam a atuação do ex-ministro da Casa Civil como corruptor do esquema do mensalão. Para os ministros Joaquim Barbosa, Rosa Weber e Luiz Fux, chega a ser fantasiosa a tese de que o petista se manteve alheio à engrenagem de corrupção montada por Delúbio Soares e pelo publicitário Marcos Valério de Souza. Fonte: Veja

Como disse a Ministra Rosa Weber, é impossível se acreditar que Delúbio Soares sozinho tinha o poder de movimentar tanto recurso financeiro sem o aval e o conhecimento de outros líderes do PT.

Vou mais longe do que a Ministra - é  impossível de se acreditar que tanto dinheiro movimentado para a compra de votos de parlamentares para formar a base de sustentação do governo não tivesse o conhecimento e o aval de Luiz Inácio Lula da Silva, que afinal de contas foi o maior beneficiário do esquema do mensalão.

Ricardo Lewandosky maculou a sua história e a sua credibilidade ao tentar passar a idéia de que Delúbio Soares agiu sozinho sem a benção e o beneplácito de José Genuíno, José Dirceu e principalmente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lewandosky está seriamente comprometido com a impunidade dos crimes de colarinho branco no Brasil. 

Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil.

Vamos começar agora, no próximo domingo, a limpar o Brasil. Não vamos votar em nenhum candidato ficha suja ou do PT, o que afinal das contas dá no mesmo.

Um comentário:

Roberto Manhães disse...

Justiça bloqueia bens do casal Garotinho e de mais 17 pessoas
Acusação é de desvio de verba quando Rosinha e o marido foram governadores
VERA ARAÚJO 5/10/12 - 23H21 – O GLOBO

RIO - Com o registro de candidatura à reeleição pendente, a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho (PR) sofreu novo golpe. A Justiça concedeu liminar bloqueando todos os bens dela, do marido Anthony Garotinho e de mais 17 pessoas acusadas de desviarem R$ 1.061.124,63 dos cofres públicos em favor de campanhas eleitorais do casal. Coube ao Ministério Público Federal (MPF) o pedido de tornar indisponíveis os bens móveis e imóveis dos réus para a garantia da devolução do dinheiro. As verbas teriam sido desviadas quando foram governadores do estado do Rio: Garotinho de 1999 a 2002 e Rosinha nos quatro anos seguintes.

O procurador da República do Ministério Público Federal Edson Abdon Peixoto Filho não quis listar os bens encontrados em nome do casal Garotinho porque o processo está em segredo de Justiça:
— A decisão para o bloqueio dos bens tomou por base todo o levantamento feito pelo Ministério Público Federal. Houve provas suficientes da ilicitude. Foi criado um esquema que se repetia em todo os estado para financiar a campanha de Anthony e Rosinha Garotinho.
Dentre os réus, há funcionários e dirigentes das empresas sem fins lucrativos Fundação Escola Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro (Fesp/RJ) e do Instituto Nacional de Aperfeiçoamento da Administração Pública (INAAP). Eles estão envolvidos na contratação irregular, com dispensa de licitação, da Fesp através da CPRM — empresa que presta serviços geológicos —, para o cumprimento de atividade para a qual esta não tinha competência para executar. Por esse motivo, houve a subcontratação de outra empresa, a INAAP pela Fesp, sem que tivesse previsão no contrato originário e novamente com dispensa de licitação. O procedimento foi realizado em janeiro de 2004 para a prestação de serviços necessários à continuidade ou finalização de projetos ,como o sistema de informações sobre contenção de encostas prevenção a inundações no estado.
Financiadoras de campanha
De acordo com a ação de improbidade administrativa proposta pelo MPF, os réus atuaram com o objetivo claro de desviar recursos públicos. Isso fica evidente porque as pessoas jurídicas acusadas no processo judicial aparecem em inúmeras apurações como envolvidas em esquemas de financiamento de campanha eleitoral. Além disso, o MPF questiona o efetivo cumprimento das tarefas contratadas, já que tanto a CPRM, Fesp e INAAP não encaminharam documentação de que executaram os contratos.
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