quinta-feira, 22 de novembro de 2012

FHC tem razão - Todos somos iguais perante a lei.

Eu fui presidente da República; e daí? Se eu matar alguém, tenho de ir para a cadeia. Essa igualdade perante a lei é fundamental para uma sociedade decente.Fernando Henrique Cardoso

Como os nazi petralhas não sabem o que é democracia e não têm nenhuma apreço pelo regime democrático, acreditam que seus dirigentes são melhores do que os outros.

Os nazi petralhas se acham acima da lei e da constituição. Acreditam que por terem sido eleitos se tornaram semi deuses sem ter que dar satisfações de seus atos a ninguém.

Depois de roubarem descaradamente do povo brasileiro, desviando dinheiro público que deveria ser aplicado na saúde pública, em educação pública de qualidade e em outros setores essenciais para o povo brasileiros, pregam que não deviam ser condenados, muito menos cumprir pena na prisão como qualquer outro cidadão brasileiro que cometa crimes.

Estes nazi petralhas não sabem o que seja a ética, a moral e a decência.

Nós, o povo brasileiro, temos que criar vergonha na cara e por um basta nesta situação vergonhosa para o Brasil e seu povo honesto e trabalhador.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Para o PT seus dirigentes são mais iguais do que o resto da população.


Advogados preparam recursos para pedir que, na falta de vagas em presídios especiais, condenados tenham regime mais brandos; corte retoma definição de penas de políticos na primeira sessão com Barbosa na presidência. Fonte: Veja

Para o PT os seus dirigentes são mais iguais do que os demais cidadãos brasileiros.

Em dez anos de poder o PT NUNCA se preocupou com a condição dos presídios brasileiros. Agora que seus dirigentes foram condenados a prisão por roubo do dinheiro do povo brasileiro, fazem de tudo para livrar os criminosos nazi petralhas da masmorras medievais, segundo os nazi petralhas.

É ridícula esta argumentação de que os presídios, por estarem cheios, não podem receber a nata dos petralhas, mas que estes devem cumprir suas penas em liberdade. 

Por que não colocar os presos que já estão próximos ao fim de suas penas em liberdade e colocar em seus lugares os nazi petralhas criminosos?

Em que estes bandidos do PT são melhores que os demais presos?

Estes criminosos que tanto mal fizeram ao Brasil tem sim que cumprir pena na cadeia como outro cidadão brasileiro qualquer que cometeu crimes até de menor gravidade.

Chega de impunidade! Chega de discriminação! Cadeia neles!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dias Toffoli defende a impunidade para as elites


Sobre a era medieval (Editorial de O Estado de S. Paulo)

O Estado de S.Paulo
A parte mais sensível do corpo humano é o bolso. Valendo esse "princípio", nos crimes contra o patrimônio público, mais importante do que colocar o meliante na cadeia é "recuperar os valores desviados". Por isso, em vez de mandar para a prisão os condenados no escândalo do mensalão, o STF deveria se preocupar em impor-lhes pesadas multas pecuniárias e a obrigação de devolver aos cofres públicos os valores desviados.
Trata-se de uma visão "contemporânea" do direito penal, em oposição à prática "medieval" de privar da liberdade quem não cometeu nenhum ato de violência física contra terceiros, limitando-se a meter a mão no que não lhe pertence.
É no que acredita o ministro Dias Toffoli, que, depois de, durante três meses e meio, ter-se limitado a dizer "acompanho o revisor" para absolver ou amenizar as penas dos réus da Ação Penal 470 - inclusive de seu antigo chefe José Dirceu e dos demais ligados ao PT -, em sessão plenária da semana passada se propôs a iluminar a mentalidade retrógrada da maioria de seus pares, exortando-os a se darem conta de que "as penas restritivas da liberdade que estão sendo impostas neste processo não têm parâmetros contemporâneos no Judiciário brasileiro".
Numa demonstração de generosa tolerância com o papel desempenhado por seu jovem e até então silente par no processo do mensalão, nenhum ministro se deu ao trabalho de apartear ou aduzir considerações à extravagante manifestação. Mas alguém deveria ter chamado a atenção para o fato de que o vibrante libelo poderia ser interpretado não como um sopro de contemporaneidade, mas como a reafirmação da crença arraigada na mentalidade das "elites" de que "gente importante não vai para a cadeia".
De fato, seria o melhor dos mundos para os corruptos travestidos em homens públicos a definitiva consagração, pela ordem jurídica, do princípio de que, uma vez apanhados com a boca na botija, basta arcar com pesadas multas e o ressarcimento dos desfalques para que a justiça seja feita e eles continuem livres para locupletar-se com negócios escusos. Quanto aos ladrões de galinha, dura lex, sed lex...
A intervenção de Dias Toffoli insere-se num contexto inegavelmente político em que o PT, na tentativa de se eximir de culpa pelo escândalo do mensalão, articula pronunciamentos individuais destinados a transferir para o "sistema" a responsabilidade por todos os males que assolam o País.
Não terá sido mera coincidência o fato de, no momento em que a exacerbação da violência urbana intranquiliza São Paulo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ter usado a mesma expressão utilizada pelo ministro Toffoli - "medieval" - para criticar o sistema penitenciário, por cuja precariedade o governo federal também é responsável, ao lado das administrações estaduais.
Ao proclamar dramaticamente que preferiria morrer a ter que cumprir pena nas prisões brasileiras, Cardozo expôs um quadro certamente realista das condições do aparato prisional em todo o País, mas furtou-se a entrar em detalhes quanto à responsabilidade de seu próprio Ministério que, como revelou o Estado (15/11), investe no problema menos de 1% dos recursos orçamentários previstos para esse fim.
De qualquer modo, o perfil "medieval" de muitas das instituições nacionais que tanto escandaliza Toffoli e Cardozo - pois essa condição não é exclusividade de aspectos do ordenamento jurídico ou da rede penitenciária - não pode ser dissociado do fato de que há quase 10 anos o PT exerce ampla hegemonia política no plano federal.
Esses males têm raízes solidamente fincadas na persistência entre nós de um enorme déficit de consciência política sobre o qual é enorme a responsabilidade de um governo que prefere botar a culpa de todos os males nas "elites", onde hoje tem seus principais aliados.
O lulopetismo prefere trabalhar na sempre desejável proliferação de consumidores - o que dá voto - do que na indispensável formação de verdadeiros cidadãos, o que só é possível com pesados investimentos de longo prazo em educação - e bons exemplos. O mais é, de fato, tudo muito "medieval", como querem os petistas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Em dez anos de governo nazi-petralha o que foi feito até agora para resolver o problema da violênci?

A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou haver uma situação de emergência nos presídios brasileiros e que os maus tratos a detentos gera violência nas ruas. Ela se reuniu nesta segunda-feira, 19, com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para pedir a votação de um projeto que cria um sistema e um mecanismo de prevenção e combate a tortura que teria, entre outras, a função de inspecionar presídios. A proposta pode ser votada na próxima semana. Fonte: Estadão

Depois de dez anos no governo, foi preciso a condenação de líderes do partido do governo a prisão para que o governo passasse a se preocupar com o estado deplorável das prisões brasileiras.

Há dois anos como Ministra dos Direitos Humanos só agora Maria do Rosário vem falar alguma coisa sobre as prisões brasileiras. O que ela esteve fazendo nestes dois anos?

O que tem feito o PT no poder há dez anos?

Inspecionar os presídios não vai resolver nada. O que é preciso é os nossos governantes passarem a investir as verbas públicas de acordo com orçamento em lugar de desviar estas verbas em benefício próprio.

sábado, 17 de novembro de 2012

Penas Privativas de Liberdade devem ser aplicadas a corruptos e criminosos do colarinho branco

Prisões [em caso de crimes de corrupção] talvez façam as pessoas temerem mais do que pagar multas

Ophir Cavalcante, presidente da OAB

Como já dito antes, os crimes cometidos por corruptos, sejam eles de que partido for, são um verdadeiro atentado a integridade da população carente.

Com a corrupção temos menos hospitais públicos, a qualidade do ensino público padece sem recursos, o transporte público fica cada vez mais caótico.

Dizer que só devolver o dinheiro roubado é punição suficiente é tentar esconder o sol com a peneira.

A corrupção deveria ser considerada um crime hediondo, severamente punível, não só com a devolução dos recursos roubados, mas com pesadas penas de privação da liberdade.

A punição não é só para procurar corrigir o criminoso, mas deve ser também um instrumento de dissuasão de outros que planejam cometer crimes semelhantes.

Se a moda pega.....


Depois de dez anos de governo nazi petralha, a condição dos presídios é medieval, como afirmaram o Ministro da Justiça e o Ministro sem notável saber jurídico ou reputação ilibada Dias Tóffoli. Da mesma forma a qualidade da educação pública no Brasil é deplorável.

O estado da saúde pública chega a ser um crime. Pessoas morrem nas filas do SUS, grávidas dão a luz no chão nos corredores fétidos de nossos hospitais públicos.

Nossas autoridades enquanto isto desviam para seus próprios bolsos recursos que deveriam estar indo para a saúde, para a educação, para o transporte público, para melhorar as condições de nossos presídios.

Os crimes cometidos pelos mensaleiros são mais graves do que os praticados por outros quadrilheiros pois prejudicam, e muito, um maior número de cidadãos.

E Dias Toffoli ainda tem a cara de pau de dizer que seus comparsas são inofensivos e que não deveriam ser condenados a penas restritivas de liberdade.

Durma-se com um barulho destes!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Paulo Maluf Condenado a Devolver o Dinheiro Roubado


A Corte de Jersey anunciou sua sentença final em relação ao processo do deputado federal e ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) e concluiu que o político desviou pelo menos 22 milhões de dólares dos cofres públicos de São Paulo. A Justiça da ilha também ordenou que o dinheiro, atualmente depositado em contas, em Jersey seja devolvido à prefeitura de São Paulo. Fonte: Veja
Há anos a justiça busca conseguir de volta o dinheiro desviado da prefeitura por Paulo Maluf e transferido ilegalmente para paraísos fiscais..
Finalmente Maluf foi condenado, no exterior, a devolver este dinheiro aos cofres públicos.
Segundo o pensamento do Ministro Dias Tóffli (que não tem notório saber jurídico nem reputação ilibada), devolvido o dinheiro nada mais precisa acontecer a Paulo Maluf.
Seguindo a idéia de Toffoli, Maluf estaria livre para continuar cometendo os seus crimes. Se pego devolve o dinheiro roubado e tudo bem.
Espero que esta idéia torpe não encontre guarida junto aos legisladores brasileiros.

Dez anos de desgoverno nazi petralha


Já ouvi que o pedagógico é colocar pessoas na cadeia. O pedagógico é recuperar valores desviados.

José Antônio Dias Toffoli, Ministro do STF, defendendo penas financeiras ao invés de prisão aos condenados do mensalão

De acordo com a fala do Ministro que não tem notável saber jurídico nem reputação ilibada, os bandidos que andam explodindo caixas de banco, quando presos, deveriam apenas devolver o dinheiro roubado. Já que não cometeram crime de sangue não deveriam ser presos ou cumprir penas restritivas de liberdade.

O mesmo deveria ocorres com Paulo Maluf, e outros criminosos do colarinho branco.

Toffoli chegou a dizer que a diretora do Banco Rural, condenada por corrupção, é uma bailarina e por tanto não é nenhuma ameaça a população.

Dias Toffoli não leva em consideradão que há pessoas morrendo sem assistência médica em nossos hospitais públicos porque as verbas destinada a saúde pública têm sido desviadas por estes criminosos em benefício próprio.

O Ministro que não tem, repito, notável saber jurídico, nem reputação ilibada, um perfeito representante da elite petista que governa o Brasil, não sabe o que se passa no SUS.

Toffoli não sabe que a corrupção por parte de altas autoridades do governo são um atentado a vida e a segurança do povo que sofre.

A intensão de Dias Toffoli é a de livrar seus comparsas de penas de cadeia nas nossas prisões medievais, que em nada mudaram nestes últimos dez anos de governo "humanitário" do PT.

Ministro Dias Toffoli, tenha piedade do povo brasileiro e ajude a tirar das ruas estes criminosos do colarinho branco que tanto mal tem feito ao povo brasileiro.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Senhor Ministro - Qual a responsabilidade do Governo?

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse ontem, em palestra a empresários em São Paulo, que preferia a morte a cumprir pena no País. "Se fosse para cumprir muitos anos em uma prisão nossa, eu preferiria morrer."

Cardozo ressaltou que as condições dos presídios brasileiros causam violações aos direitos humanos. "Quem cometeu crime pequeno sai de lá criminoso maior." E destacou que a reinserção social é a razão fundamental das punições. "Não é porque não tenho um sistema correto que vou penalizar situações definitivas; pena não é castigo, é oportunidade para ser reinserido; é preferível um sistema com penas bem dosadas que funcionem, do que um com penas muito severas." Fonte: Estadão

Senhor Ministro, depois de dez anos no poder, o que o seu governo fez para melhorar as condições nos presídios? O senhor mesmo reconhece que nossos presídios não têm as mínimas condições de dignidade humana, tanto que o senhor prefere morrer a passar uma temporada (merecida) em um de nossos presídios.

O que o senhor tem feito para melhorar esta situação? Ao que parece NADA.

As propostas de seu governo, como sempre são ridículas. Na educação em vez de se melhorar a qualidade do ensino público a proposta é de se estabelecer cotas para que os egressos do ensino público entrem nas universidades mesmo sem atenderem os requisitos mínimos de conhecimento.

No sistema prisional o senhor sugere a redução das penas em vez de tornar o sistema prisional um sistema que atenda a necessidade da sociedade de reinserção do criminoso. Senhor ministro, reinserção significa que o criminoso reconheça que errou, que se arrependa de seus crimes e esteja pronto a se emendar.

Não é isto que se vê dos criminosos de seu partido que não demonstram arrependimento dos crimes cometidos.

Chega de atacar as consequencias com medidas paliativas. Vamos resolver as causas dos problemas sem demagogias e com coragem.   

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ministro Joaquim Barbosa pra Presidente do Brasil


Que a condenação de José Dirceu sirva de exemplo

José Dirceu, o todo poderoso do PT, que manda e desmanda no partido a seu bel prazer, que se acha acima da lei e da ordem foi condenado a dez anos e dez meses de prisão.

Que a condenação de José Dirceu sirva de exemplo para outros, uma vez que até o momento não se viu de sua parte nenhum sinal de arrependimento.

É uma grande pena. A condenação de um criminoso, no meu ponto de vista, tem os seguintes objetvos: 

O primeiro e o principal, levar o criminoso a se corrigir, a se emendar. Para isto é necessário que o mesmo se arrependa dos crimes cometidos.

O segundo é servir de exemplo para outros que pretendam praticar crimes semelhantes. É mostrar a sociedade que o crime não compensa e que não há impunidade para criminosos, mesmo os que fazem parte da elite que governa o país.

O terceiro é o de tirar das ruas elementos que ameaçam a sociedade e a paz social.

José Dirceu deveria aproveitar o tempo de reclusão e refletir sobre a sua vida passada. Ver os erros e os acertos cometidos e como pode se tornar uma boa pessoa daqui para frente.

Para isto é preciso despir-se de toda a arrogância e petulância. É preciso de humildade e de se convencer de que não é melhor do que ninguém e que se Deus nos colocou neste mundo é para servirmos as nossos semelhantes e não nos servirmos deles.

Faço votos que estes anos de prisão, que de acordo com nosso sistema judicial não serão muitos, menos de dois anos, façam com que José Dirceu se emende e se arrependa de seus crimes.

Não é com egos que se constroi uma democracia


Análise de especialista: ‘Surpresa e intransigência’

Diego Werneck Arguelhes, O Globo
Na sessão desta segunda-feira do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa seguiu uma ordem diferente do esperado. Começou a votar os réus do núcleo político, em vez do núcleo financeiro. O ministro Ricardo Lewandowski protestou: ao divergir do caminho que havia sido divulgado pela mídia, Barbosa estaria “surpreendendo a todos”. Essa acusação procede? A surpresa do revisor foi justificada?
O ministro Barbosa não fez nada de errado. O regimento do Supremo diz que o relator deve “ordenar e dirigir” o processo. Foi nesse sentido que se manifestaram, aliás, vários outros ministros.
Defenderam a prerrogativa do Barbosa de organizar a votação das penas na ordem que quiser — e do correspondente dever, dos ministros, de estar com os votos preparados, qualquer que seja essa ordem. É o relator, e não a página de jornal, que deve dar a pauta.
Não há que se falar em surpresa quando um ministro exerce uma prerrogativa prevista no regimento — e, mais ainda, já reconhecida e afirmada por seus pares neste mesmo processo. O ministro Lewandowski sabe disso.
Na primeira sessão do julgamento do mensalão, sem aviso prévio aos colegas ou ao relator, leu um longo voto sobre a questão do desmembramento. O ministro Barbosa protestou, mas foi derrotado: o tribunal defendeu a prerrogativa do revisor.
As duas surpresas, a de agosto e a desta segunda-feira, foram minimizadas pelo plenário do Supremo.
Em agosto, porém, o papel do relator e o do revisor ainda estava em discussão. Não mais. Desde o início da votação, o presidente do STF, Ayres Britto afirmou — e o tribunal aceitou — que, nos termos do regimento, cabe ao relator escolher seu caminho. Na época, Lewandowski foi derrotado. Foi derrotado de novo.
O relator interpretou a postura de Lewandowski como “obstrucionismo” — uma pesada acusação que fez Lewandowski se irritar e sair da sessão.
A crítica de Barbosa foi imediatamente neutralizada pelo presidente Ayres Britto. Mas seria equivocado ver aqui um mero exemplo das tensões que o temperamento do futuro presidente do STF, Joaquim Barbosa, pode gerar.
Na discussão desta segunda, o intransigente foi o futuro vice-presidente Lewandowski.

Diego Werneck Arguelhes é professor da FGV Direito Rio

Transcrito do Blog do Noblat

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Em tudo dai graças



Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.  1 Tessalonicenses 5:18.

Até agora nunca tinha entendido bem esta mensagem do Apostolo Paulo. Em tudo dai graças.

Diagnosticado com câncer no intestino há três semanas atrás, não sabia como poderia dar graças a Deus por esta provação.

Hoje de volta em casa depois de uma cirurgia delicada e uma semana hospitalizado entendo perfeitamente o que Paulo quis dizer com "Em tudo dai Graças".

Neste período tive a oportunidade de examinar a minha vida, constatar meus erros e minhas falhas e compreender que Deus está me dando uma nova oportunidade de me tornar uma pessoa melhor. Por isto dou graças a Deus.

Estou tendo também a oportunidade de ver quantas pessoas se preocupam com a gente e querem o nosso bem. Por isto dou graças a Deus.

Tenho a oportunidade de ver quão pequena é a minha fé e como sou dependente da misericórdia de Deus. Por isto dou graças a Deus.

Quero daqui para frente colocar a minha vida inteiramente nas mãos de Deus e que Ele me utilize como um instrumento em Suas mãos.

Muito obrigado ó Deus por uma nova oportunidade, mesmo sabendo que dias difíceis ainda estão pela frente, tenho a certeza de que Ele estará a meu lado me dando forças. Por isto dou graças a Deus.

Pelos amigos e companheiros dou graças a Deus.

A única forma que temos de dar graças a Deus pelas bençãos recebidas, é mostrando amor, consideração e ajudando a nossos semelhantes. Pela oportunidade de fazer o bem sem esperar nada em retorno dou graças a Deus.

 Muito obrigado a todos que têm pedido a Deus por mim. Não sei como agradecer o apoio.

sábado, 3 de novembro de 2012

A Visão do Leitor


Anônimo disse...
Caro Laguardia

Há um grupo muito poderoso e engajado que passa desapercebido no Brasil. 

E esse grupo e composto por todas as mulheres, especialmente MÃES das classes mais pobres. 

Olhe ao seu redor, elas estão ai. 

São as Marias, Sandras, Elisetes, Jussaras que arrumam nossas casas, cozinham, fazem a faxina de escolas, restaurantes, fabricas e hospitais. 

Elas trabalham cerca de 18 horas por dia - geralmente 8 nas firmas ou empregos, 8 em casa - cuidando de maridos, filhos e da casa - e passam pelo menos 2 horas se locomovendo. 

Eu as conheço bem, eu as admiro. 

São honestas e sofridas. 

Sofrem preconceito e racismo, e mais da metade NÃO E petista, NÃO GOSTAM de desonestidade e dão esse duro todo pelo bem dos filhos. 

A maioria se mata pros filhos poderem estudar de modo a ter uma expectativa de vida melhor.

Essas só precisam que alguem converse com elas, e as ensinem a EXIGIR qualidade de educação. 

Você conhece varias - quantas nem sabem que os filhos estão sofrendo doutrinação? 

Quantas ficariam "muito machas" se souberem? 

Descubra com quais Você consegue interagir. São mais numerosas do que Você pensa.

Tente. Se der certo, divulgue. 

Você vai ver. Eu sei por experiência própria que isso funciona. E não custa nada, só delicadeza, paciência e FALAR com elas.

O anônimo tem razão. Estas bravas mulheres brasileiras merecem nossa admiração. Merecem nossa atenção.

O Brasileiro é honesto e trabalhador. Infelizmente os nossos governantes são pessoas sem caráter, sem moral e que fazem qualquer coisa para se manter no poder.

Precisamos trabalhar para conscientizar os nossos compatriotas de que diáriamente estão sendo roubados. Temos um sistema tributário perverso que pesa mais sobre os mais pobres, do rendimento destes mais pobres quase 40% vai embora em impostos, sem que eles recebam nada além de migalhas em troca.

Nossos impostos são consumidos por um estado gigantesco e pela corrupção. Os menos favorecidos não têm saúde pública de qualidade e a educação para seus filhos é precária, sem falar que o transporte público deixa muito a desejar.

Precisamos todos lutar por um Brasil melhor!


A Visão do Leitor


Caro Laguardia

A educação é fundamental. E dá pra melhorar, sim. Começando por despolitizar as escolas, e isso e mais fácil do que parece. 

Basta envolver os pais e dizer que as escolas estão ensinando coisas erradas - com o curriculo de absurdos criados pelo PT, isso e facílimo. 

A classe mais pobre no Brasil sabe PERFEITAMENTE que sua única chance de ascenção é a educação e o Joaquim Barbosa e um excelente exemplo para esta classe que infelizmente e a maior vitima da DOUTRINACAO petista. 

Mas eles não são bobos, não, ilude-se quem assim pensa. Eles quer e MAIS, e ao passo que a percepção da coisa publica aumenta, mais exigentes eles se tornam.

Basta esclarecer essa gente sobre o que e aspirar ao melhor.

Concordo com a opinião do leitor. Infelizmente nosso governo petista sabe que manter o povo na ignorância, sem uma educação de qualidade que os faça questionar e refletir é o único meio de manter o PT no poder.

Com educação de melhor qualidade o PT não se mantém no poder bem como nenhum outro partido que lance mão da demagogia e do populismo.

Sobre a Visão do Leitor


Com relação a Visão do Leitor do post anterior tenho alguns comentários:

Talvez alguns pensem que a comparação entre o Brasil e a Inglaterra não seja justa. Afinal de contas a Inglaterra é um país muito mais antigo e mais maduro do que o Brasil.

Particularmente prefiro fazer a comparação entre o Brasil e a Coréia do Sul. No ano de 1969 as condições econômicas e sociais do Brasil eram bem piores do que as da Coréia.

Mas de lá para cá a situação se inverteu.

Há diversos artigos que podem ser encontrados na iternet que analisam estas mudanças ocorridas nos dois países. Por que a Coréia do Sul avançou mais do que o Brasil?

Vou abordar aqui apenas um item destas diferenças - Investimento em Educação.

Como o leitor abaixo disse, a Inglaterra, com a Revolução Industrial, investiu em educação. A coréia fez o mesmo.

Sem uma população exposta a uma educação de boa qualidade não há como se eliminar a miséria.

A Coréia do Sul investiu pesado em educação. O Brasil ao contrário, a qualidade da educação pública se deteriora a olhos vistos ano a ano.

No Brasil a solução está sendo tapar o sol com a peneira. Ou seja, estabelecem-se cotas para que os estudantes egressos do sistema publico de educação possam ter acesso às universidades. isto não resolve problema nenhum. É uma medida demagógica.

O elemento humano com o qual as universidades terão de trabalhar não tem uma boa base educacional, em consequência os profissionais que se formam também não terão uma boa base técnica.

Enquanto no Brasil não valorizarmos a qualidade de educação, o comportamento ético e honesto nunca teremos as ferramentas necessárias para se eliminar a miséria.

Um presidente da república que se orgulha de ter chegado onde chegou sem ter terminado o segundo grau demonstra não dar valor a educação e de estar apenas interessado no poder pelo poder.

Precisamos de uma revolução, de uma mudança de mentalidade já.

A Visão do Leitor


Ainda sobre comparações...

Não da pra comparar as duas realidades tão distintas do Brasil e da Inglaterra. O que quis mostrar com o caso das "expenses" foi a diferença conceitual. Tem um mundo de historia nisso (levaria dois dias só pra chegar no amago da questão). Mas, resumindo, devo dizer que a Inglaterra chegou a este ponto por etapas, e essas, sim, poderiam servir de modelo para nós.

Primeiro, quando inventou a industria viu que se não tivesse gente educada não ia pra frente - forçou a alfabetização e educação de todo mundo.

Ai, solidificou o nacionalismo (uma conseqüência do Império) - o maior exemplo disso foi a histórica frase do Almirante Nelson: "A Inglaterra espera que cada um cumpra seu dever"

Os vitorianos solidificaram o conceito de "tudo para o bem maior, pela nação e pelo Rei ("for King and Country")

Depois da segunda guerra, foi quem criou o conceito do "welfare state" (Keynes), e eliminou a miséria (com miséria, não há ética e moral que sobreviva)

Aos poucos, foi modernizando alguns conceitos (abolir pena de morte, descriminalizar o homossexualismo, etc).

Mas...AINDA e uma sociedade MUITO conservadora (mesmo com popstars punks), gracas ao solido estabelecimento moral vitoriano.

Não conseguiremos tanto assim em pouco tempo. Mas e um modelo que poderia ser seguido.

AH SIM....METADE das conquistas sociais vieram por iniciativa própria do setor privado. Eles fizeram sua parte em construir escolas, hospitais, dar casas dignas a trabalhadores...tido DENTRO do conceito LIBERAL (aqui ainda e liberalismo clássico).
ISSO a gente talvez poderia fazer. E um primeiro passo para criar um padrão moral, que vira depois moral social e finalmente se torna uma estrutura ética.

O que ajudou muito foi a disciplina militar da populacho - esta, afinal, e uma terra de soldados. Essa disciplina vem do coração, e da necessidade de se defender historicamente. Isso não temos na América Latina, infelizmente militares ai são percebidos como agentes de ditadura e não como defensores dos nossos direitos, vidas, propriedades e liberdades.

Talvez pudéssemos começar por ai.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O enterro da CPI do Cachoeira confirma que quem esconde bandidos em casa não deve procurá-los no porão do vizinho


Transcrito de Coluna do Augusto Nunes

No peito de assassinos da verdade e da gramática também bate um coração, comprovou o SMS enviado ao governador Sérgio Cabral, em 17 de maio deste ano, pelo deputado federal Cândido Vaccarezza. “Você é nosso e nós somos teu”, derramou-se o fecho do recado cafajeste, reproduzido e comentado na seção História em Imagens.
Como as investigações da CPI do Cachoeira haviam topado com as ligações criminosas entre o quadrilheiro goiano e o empreiteiro Fernando Cavendish, dono da construtora Delta e o mais perdulário amigo de Sérgio Cabral, o deputado do PT paulista acionou o celular para livrar da insônia o governador do PMDB.
Virtualmente encerrada nesta quarta-feira, a comissão de pilantras e idiotas (leia o post na seção Vale Reprise) só serviu para confirmar uma advertência formulada pela coluna em maio passado: quem esconde bandidos em casa não deve procurá-los no porão do vizinho. Foi o que fez o ex-presidente Lula ao conceber a CPI que serviria de armadilha para a captura dos inimigos Demóstenes Torres e Marconi Perillo. De quebra, imaginou o estrategista trapalhão, o berreiro no Congresso evitaria que os holofotes se concentrassem no julgamento do mensalão.
Deu tudo errado: em parceria com José Dirceu, Lula acabou armando uma arapuca onde se enfiaram, além do senador do DEM e do governador do PSDB, também os companheiros Sérgio Cabral e Agnelo Queiroz, o empreiteiro Fernando Cavendish e outros fregueses da Delta. Ao seguir o caminho traçado pelo estrategista trapalhão para alcançar o coração do poder em Goiás, a CPI desembocou na trilha que margeia o penhasco. A solução encontrada pelos comandantes da tropa lulopetista foi enterrar o aleijão em cova rasa, declarar vitória e bater em retirada.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A Visão do Leitor


Olá Laguardia,

Li a matéria; a questão, creio, se resume em história, evolução, educação, cultura, conhecimento da separação do honesto quanto ao "esperto aproveitamento" do que não seria moralmente aceitável, entre outras posições do forjado caráter.

As terras da Rainha, as conheço, fiz lá o meu "Master"; algo fantástico.

A diferença reside naquilo que falei acima: "a questão se resume em ..."

É muito triste ver o que aqui acontece, com um governo que dissemina e promove o racismo, a discriminação e a instabilidade na sociedade; principalmente em fatos recentes nos quais, dois poderes vociferam: um pelo não acatamento de decisão de perda de mandato e, outro, por manifestações para denegrir e constranger a Corte de Justiça, que já se ajoelhou, vezes várias, no oportunismo deletério e nefasto do populismo de um Poder que chamo "sem legitimidade".

Civismo e respeito se colhem com educação que, repito, forja o caráter.

Parabéns por publicar as linhas do anônimo.

Abs.,
Flávio

Anônimo Anônimo disse...
Moro na Inglaterra há alguns anos. 

Da uma olhada aqui

Veja a lista dos parlamentares que pediram demissão, os que foram presos e todos os que pediram desculpas.

O curioso foi que todas as despesas foram legalmente aprovadas. A questão que pegou aqui foi a imoralidade e obscenidade dos pedidos de reembolso. Não houve crime "de fato", mas aqui a população espera que os políticos se comportem melhor que eles, para dar exemplo.

Grande parte dos brasileiros com quem comentei isso não conseguia entender a razão para o alvoroço e o escândalo. Eles diziam "mas tudo foi legal, eles não cometeram crime...". Não, de fato, não. Mas tudo foi fronteiriço ao crime, e denotou desrespeito com a coisa publica, irresponsabilidade, ignorância e falta de conduta moral. Foi o que bastou pra execrar estes políticos, que NUNCA MAIS se elegem nem pra sindico de prédio, pois aqui ninguém esquece disso, e eles hoje são visto como irresponsaveis e não-confiáveis.

Claro que temos que manter a proporcionalidade da coisa, mas digo que não podemos dar fundamentos de ética no Brasil se nos falta o principio básico da MORAL SOCIAL, 

Temos muito trabalho pela frente, e muitos opositores a isso.

Precisamos de uma Revolução Ética

Me preocupa quando vejo políticos e formadores de opinião no Brasil defenderem a ideia de que a falta de ética e de honestidade é inerente a política e que estes métodos desonestos necessáriamente tem que ser utilizados para que o Brasil possa ter governabilidade.

É triste ver pessoas defendendo a idéia de que Caixa 2 não é crime.

É triste ver pessoas dizendo que os crimes cometidos por governos anteriores justificam os crimes cometidos pelo governo atual.

É triste ver pessoas que combatem nossos ministros do STF que propugnam penas pesadas para aqueles que quebraram a confiança neles depositada pelo povo brasileiro.

É injustificável que o presidente da república diga que não sabia o que estava acontecendo e fuja de sua responsabilidade. Afinal de contas o responsável final pela ação de seus ministros é o presidente da república e o "eu não sabia" não justifica nada, pelo contrário demonstra covardia e falta de comprometimento para com o povo que o elegeu.

Não é verdade que tenha que ser desonesto para governar. É necessário que se seja ético, correto, honesto e que valorize os valores morais.

Precisamos urgentemente que haja uma revolução de ética. Que coloquemos valores de honestidade e moral em primeiro lugar e não o poder pelo poder.

O Brasil só será um verdadeiro Estado Democrático de Direito no dia em que o povo valorizar a ética ao ponto de tirar do poder aqueles que lhe traem a confiança e que desviam recursos públicos em benefício próprio ou para se manter no poder.

Esta revolução de ética tem que começar por cada um de nós.