sexta-feira, 1 de novembro de 2013

As contradições de Dilma Rousseff

Dilma Rousseff voltou a condenar nesta sexta-feira a violência e a depredação em manifestações de rua. Fez isso numa entrevista a emissoras de rádio da Bahia. Ela realçou a ação coordenada do seu governo com os Estados. E enfatizou que a anomalia precisa ser “coibida por todos os Poderes”. Citou o Judiciário.

Nas palavras da presidente, o Judiciário “não pode tratar essas questões como sendo manifestações de pessoas democráticas, elas não são democráticas. São pessoas que estão ferindo, inclusive, outros seres humanos… Portanto, elas não podem ser consideradas [como] pessoas que estão fazendo uso da sua liberdade de manifestação.”

A foto acima é do corpo do Capitão Charles Chandler, executado por terroristas da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) em outubro de 1968. Charles Chandler foi julgado por um tribunal revolucionário sem direito a ampla defesa nem a embargos infringentes.

Este era o tipo de ação praticado por organizações similares a que Dilma Rousseff pertencia. 

 Dilma nunca se arrependeu destas ações. De acordo com o que expressou sobre as manifestações populares e os atos de violência praticados por uma minoria, não se pode considerar estas ações praticadas em 1968 como ações de pessoas democráticas. Dilma Rousseff e seus companheiros estavam ferindo e matando outros seres humanos.
 
Dilma e seus correligionários estão sempre prontos a condenar os excessos, assassinatos, tortura e crimes cometidos por agentes do estado no tempo da ditadura militar, mas escondem debaixo do tapete os crimes cometidos por eles próprios.

Os crimes cometidos pela esquerda da época deforma alguma justificam os crimes cometidos por agentes do estado e vice versa.

Por  outro lado, nós, como, cristãos devemos condenar toda a forma de barbárie. Devemos também saber reconhecer nossos erros, pedir perdão por eles e saber, sobretudo perdoar. 

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