quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Depois dizem que o PT não quer censurar a mídia

Após pedir para tirar do ar um comercial de lingerie com a modelo Gisele Bündchen por considerar a peça agressiva à mulher, a Secretaria de Políticas para Mulheres agora enviou um ofício à Globo demonstrando preocupação em relação a novela "Fina Estampa" Fonte: Folha.com

Mais uma vez temos uma prova cabal de que o PT faz de tudo para poder censurar a imprensa.

Se fosse verdade que o PT e seus correligionários querem defender os direitos da mulher e que elas sejam tratadas com dignidade e respeito, com o que todo o cidadão com princípios éticos e morais concorda, o partido não deveria ter instituído o Programa Nacional de Direitos Humanos - 3 propondo a regulamentação da profissão de prostituta (o).

Afinal não tem nada mais indigno e ultrajante para a mulher do que vender o próprio corpo por alguns trocados.

Falta coerência a petista Iriny Lopes. Ao mesmo tempo que apoia a regulamentação da prostituição quer proibir propagandas como a de Gisele Büdchen e censurar as novelas da Globo.

O repúdio a este tipo de propaganda e de novela tem que ser feita pelo povo. Se somos contra o tipo de propaganda feita por Gisele, não compramos os produtos que ela anuncia, desta forma a empresa fica sabendo do nosso repúdio.

Se não concordamos com o que as novelas da Globo transmitem, simplesmente trocamos de canal ou vamos ler um bom livro. Com queda na audiência a emissora aprende que tipo de novela o povo aceita ou não.

Agora o que não podemos aceitar é esta intromissão autoritária do governo. De um governo cujos integrantes não têm princípios éticos, morais ou de honestidade.

Governo autoritário de quem um dia lutou para implantar no Brasil uma ditadura do proletariado.

Um governo que defende a regulamentação da prostituição e da prática do aborto, não tem moral para impor censura nenhuma.

Mais coerência ministra.

Um comentário:

Andrea Berger disse...

O que você está propondo, que o povo repudie a publicidade abusiva não adquirindo o produto, bem como boicote os programas televisivos que considera ofensivos, creio não ser interesse deste governo. Tais atitudes são provenientes de indivíduos de nível cultural diferenciado dos demais, os indivíduos conscientes de seu papel social, que também não interessam à este governo.
É ultrajante realmente, para a mulher ter que vender o seu corpo, mas esse governo não vê problemas nessa atitude querendo ainda regulamentá-la, pois mais ultrajante ainda é vender a alma, a consciência e a dignidade em troca de votos, favores e propinas, e nisso meu caro, parecem ser especialistas.