domingo, 30 de janeiro de 2011

Não se pode trocar uma ditadura por outra.

Os protestos feitos pelo povo a favor de uma democracia são válidos, no entanto é necessário que oportunistas não se apoderem destes movimentos e transformem uma ditadura em outra ainda pior.

Exemplos disto temos visto na história mundial com muita frequência, mais do que gostaríamos.
Tomemos o exemplo de Cuba, uma revolta contra o ditador Fulgêncio Batista em vez de levar a ilha para uma democracia com respeito aos direitos humanos, acabou se transformando numa ditadura ainda mais cruel, a dos irmãos Castro que simplesmente eliminam a oposição através do fuzilamento.

O Irã derrubou o Xá, mas substituiu aquele regime por um outro ainda mais cruel e sanguinário, a ditadura dos aiatolás.
As guerras de independência em muitos países africanos não resultaram em democracias, mas sim em regimes ditatoriais e guerras civis que ceifaram milhões de vidas inocentes.

Aqui no Brasil também, durante o regime militar tentou-se trocar a ditadura militar pela ditadura do proletariado. Este movimento foi felizmente derrotado apesar de que hoje temos na presidência da república uma pessoa que tentou a todo custo nos  impor um regime ditatorial socialista.

Não posso me esquecer da Revolução Hungara de 1956, em que o povo hungaro se revoltou contra o regime comunista em favor de uma democracia e que foi massacrado por tanques da União Sociética.
Alguns outros movimentos populares contra as ditaduras deram bons frutos. Por exemplo o que derrubou a ditadura socialista na Alemanha Oriental e que culminou com a queda do Muro de Berlim e a unificação da Alemanha.

A revolta dos cravos em Portugal, que começou com a tentativa da substituição de uma ditadura por outra mas finalmente evoluiu para a democracia.
A verdade é que não podemos permitir que aproveitadores tomem posse de movimentos legítimos em benefício próprio.

3 comentários:

Jaba disse...

A pretexto de sua matéria permitimo-nos, com sua permissão, reporduzir matéria que encaminhamos ao Mascate, por conta da Comissão da Verdade.
Abs,
JabaNews

"Olá Mascate,
Sua matéria coincide com nosso entendimento a respeito desta comissão de ideologia retrógrada; veja, por favor, nossas matérias "doutrinação de esquerda", de dezembro passado, e "maria do rosário", do início deste mês de janeiro.
Para barrar o intento unilateral da turba, de cunho revanchista, somente com muita divulgação, o assalto aos cofres públicos, a título de indenização, pela frustração de não instalarem no País um regime de governo à semelhança dos seus mentores da ocasião (regimes russo e chinês), já foram absorvidos por uma sociedade embevecida e egoísta que demonstrou os seus reais sentimentos no apagão nacional que se viu em 2002.
Em matéria de 16 de dezembro passado, que intitulamos “OEA”, fizemos um apanhado histórico sobre os movimentos e os intentos da esquerda no País, que levaram ao regime militar a partir de 64, por contas de atos de João Goulart e de outros caudilhos, como Brizola, então governador do Sul. Para não alongarmos nossos comentários, fique a vontade para ler a matéria e externar sua opinião.
Terminado o governo militar, assume o poder o inominável cara do maranhão, em função da morte de Tancredo, figura conhecida desde o segundo mandato de Getúlio. Na seqüência, Collor, de quem todos se lembram, vindo Itamar que terminou o governo deste, Fernando Henrique, e o que já se foi, destacando-se da folha corrida, o conhecido “mensalão”. Por fim, a que já veio, que dispensa maiores comentários. E os dois nefastos, do maranhão e de alagoas, ainda continuam aí, agora de braços dados com os inqualificáveis.
Observe que os acontecimentos pós governo militar, mostraram-se campo fértil para crescimento da turba que hoje está no poder, com a colocação em prática de um dos dogmas doutrinários do comunismo, socialismo ou outras besteiras que se queira adjetivar: mentiras, manipulação da massa e “contaminação” do serviço público.
E isso tanto deu certo que se deu o apagão nacional em 2002: boa massa de eleitores por conta do achatamento salarial e da redução de proventos de aposentadoria; de outra banda, o capital, para quem independe a ideologia, desde que não lhe cause prejuízos, e a grande massa dos desafortunados de conhecimentos – instrução – e bens, e a quem sempre interessou aos oportunistas de esquerda, e que ainda continuam na mesma situação, além daqueles que se acomodaram e ainda assim permanecem.
O risco em andamento é o da não alternância do poder; os partidos “fortes” são todos de “esquerda”, não se vê oposição e nem movimento quanto aos crimes praticados, salvo algumas intervenções do Ministério Público, e uma ou outra voz, que mais parece para holofote: a turma do tucanato é chegada a um processo autofágico diário, a turma dos tramoienses, com diversas tendências, vive em briga interna, mas com o desejo único da permanência no poder; os democratas, antigo PFL é fisiológico, os demais são aliados ou vivem “isolados”, indo de um lado para outro e o dos “ministérios”, partido do atual vice, já não precisa dizer mais nada.
Em suma, um País que vive na contumaz vergonha e na falta de vergonha.
Desculpe-nos pelas demasiadas linhas.
Abs,
JabaNews"

Anônimo disse...

Laguardia,

dá gosto vê-lo escrever,você escreve com a propriedade e a inspiração como poucos,sabe ter a medida certa sem afetações.

Gostaria de saber sua opinião,os libertários e anarquistas muitas vezes se dizem de direita(?!)mas esse tipo de visão pode ser visto como direita?

Fusca disse...

Confere.